Cabos fotovoltaicos impulsionam usina solar

Publicado em 12 de Fevereiro de 2026

A energia solar vem ganhando espaço no Brasil. Em março de 2025, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) informou que o país já tinha mais de 55 gigawatts (GW) de potência solar instalada, tornando‑se a segunda maior fonte da matriz elétrica nacional. Do total, 37,6 GW estão em telhados e pequenos sistemas distribuídos, enquanto 17,6 GW operam em grandes usinas conectadas ao Sistema Interligado Nacional. Essa expansão evitou a emissão de 66,6 milhões de toneladas de CO₂ e movimentou R$ 251 bilhões em investimentos desde 2012.

 

Por trás dos números está a necessidade de componentes confiáveis. Os cabos que interligam módulos fotovoltaicos, inversores e quadros CC precisam suportar variações climáticas extremas. A norma ABNT NBR 16612 exige que cabos solares tenham proteção contra raios UV e intempéries, dupla isolação e materiais livres de halogênios. Eles devem operar com classe de isolação de 1,8 kV em corrente contínua, suportar temperaturas de –40 °C a 90 °C e resistir a curtos‑circuitos de até 120 °C (ou 250 °C por alguns segundos). Essas especificações garantem que a fiação não se degrade rapidamente nem aumente as perdas elétricas.

Além das especificações técnicas, a instalação correta é vital. A NBR 5410 recomenda não misturar condutores de corrente contínua e alternada no mesmo eletroduto e limita a ocupação de eletrocalhas a 53 % para um condutor, 31 % para dois e 40 % para três ou mais. O uso de cabos flexíveis, com isolação antichama e certificações adequadas, facilita a passagem nos eletrodutos, reduz danos na isolação e aumenta a segurança das equipes de montagem.

 

A Voltz Cable, integrante do Grupo Ampere, atua nesse segmento oferecendo cabos fotovoltaicos com condutor de cobre estanhado, dupla isolação sem halogênio e cobertura resistente a UV. A empresa enfatiza a importância da qualidade e da responsabilidade socioambiental em seus processos. Na prática, a combinação de materiais de alta pureza com processos modernos garante cabos com baixa resistência elétrica e longa vida útil. Isso significa que mais energia gerada pelos painéis chega até o inversor, aumentando a eficiência da usina.

 

Para proprietários de usinas solares, escolher cabos certificados pode representar uma diferença considerável na rentabilidade. Cabos de baixa qualidade sofrem com ressecamento e perda de flexibilidade, aumentando o risco de curto‑circuito. Já os cabos de alto desempenho mantêm a integridade mesmo após anos de exposição. Ao investir em produtos como os cabos solares da Voltz, o empreendedor reduz custos de manutenção, evita paradas inesperadas e contribui para a expansão da energia limpa no país.

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